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Gemini, do Google, é o mais novo modelo de IA a hackear outras empresas

Publicado em: 20/09/2026 00:46
Última atualização: 20/09/2026 00:46

Segundo o The Wall Street Journal, o Gemini, do Google, acessou sistemas protegidos de três outras empresas. Foram os primeiros hacks autônomos do modelo de IA da Google.

Assim como no ataque da OpenAI à Hugging Face, os hacks do Gemini não se destacaram pela sofisticação, mas pelo fato de terem sido conduzidos por um modelo de IA. As invasões ocorreram durante testes de segurança cibernética de uma empresa chamada Irregular. Em um caso, o Gemini simplesmente adivinhou senhas até conseguir acesso; nos outros dois, encontrou credenciais em um repositório público.

A Irregular teria notificado o Google sobre os hacks no final de julho, mas as empresas só confirmaram publicamente na sexta-feira, depois que o WSJ procurou o Google. O Google disse que não havia revelado os ataques antes porque o Gemini “agiu de forma apropriada” ao encerrar cada invasão assim que determinou que havia hackeado uma empresa real.

No entanto, Jack Cable, CEO da empresa de segurança de IA Corridor, disse ao WSJ que o Google estava “tentando se esconder por trás das normas criadas para divulgação de vulnerabilidades”, em vez de reconhecer que “os modelos estão saindo dos limites do que deveriam fazer, e realizando ataques cibernéticos reais.”

Fonte: baseado na análise de Anthony Ha, publicada pela TechCrunch. Acesse a matéria original do WSJ.

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